Caralhos Alados

January 19, 2010 by Girino Vey · Leave a Comment
Filed under: girinadas 

Hoje em dia fazem de tudo pras crianças brincarem, mas caralho de asa foi o primeiro que eu vi…


Caralho de asa

Caralho de asa


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Eu não fiz isso!

January 15, 2010 by Girino Vey · 1 Comment
Filed under: girinadas, humor, tomtom 

Por sugestão do Bguno, mais um lolGPS…


Eu não fiz isso. Ninguém me viu fazendo. Não podem provar nada.

Eu não fiz isso. Ninguém me viu fazendo. Não podem provar nada.


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Canibais

January 3, 2010 by Girino Vey · Leave a Comment
Filed under: girinadas 

Canibais: Paixão e morte na Rua do Arvoredo

Mais ou menos um ano atrás eu estava passeando por uma banca ou livraria, não lembro bem e vi uma seção de livros de bolso baratinhos. Como sempre, dei uma fuçada e além de um livro do Rousseau (Contrato Social, que ainda estou pela metade) achei esse: Canibais, do David Coimbra.

Só que desde que comprei o meu netbook1, a leitura praticamente parou! Tentaram me convencer a usá-lo como leitor de e-book, mas é simplesmente impossível: assistir filmes é BEM mais fácil! Acho que assisti de tudo, desde filme de arte iraniano até comédia de Bollywood (ok, tentei ver um tal de All the Best, mas não dei conta de terminar! Novela das sete dá de 10 a zero naquilo em termos de roteiro!) Aí nesse final de ano os seriados de assistir no banheiro2 secaram, só voltam ano que vem, ou quem sabe, temporada que vem… A solução foi deixar o netbook de lado e voltar à leitura, em livros… de papel… árvores mortas… Primeiro, pra acostumar o cérebro, já meio enferrujado depois de tanto tempo, os quadrinhos, com o excelente Nova York, do Will Eisner. Depois, o que estava mais a mão: Canibais.

Bom, voltando a quando eu comprei… Conheci o David Coimbra numa dessas listas de discussão na internet. “Conheci”, na verdade, entre aspas. Ele nem deve saber quem eu sou :-D Mas ele volta e meia mandava umas crônicas, e quem diz que não se fazem mais cronistas como antigamente, é porque não conhece o David Coimbra. Ou conhece, e sabe que mesmo antigamente não haviam cronistas como ele :-D

Eu nem sabia que ele escrevia romances, pra mim eram as crônicas no Zero Hora, vez ou outra encadernadas todas juntas, em forma de livros. Então quando bati o olho no livro, nem pensei, comprei logo. “Nem que seja pra mandar um trocado pro David Coimbra”, pensei, “em troca de todas as crônicas que ele mandava, de graça, no nosso email”. Se fosse ruim, não tinha importância, estava pagando pelo que já lera. Se fosse bom, eu estava no lucro.

E lucrei! Incrível, não sei como não me odeio por ter enrolado tanto pra ler! Desde minha tenra infância, apresentado aos romances históricos pelos Césares do Allan Massie3, depois as sagas do Cornwell, e por fim o belíssimo A Catedral do Mar. Então sempre passei meu tempo imaginando: qual seria o cenário ideal pra um romance histórico brasileiro? As bandeiras? O descobrimento? Ou seria lusitano demais?

David Coimbra achou o cenário ideal numa porto alegre do segundo império, com sua burguesia nascente, seus conflitos étnicos, seus personagens característicos (desde prostitutas a chefes de polícia), e também com seu crime mais famoso. É nesse cenário que David Coimbra colocou um trio de amigos: um sapateiro introspecto, quase intelectual, um padeiro gorducho e bonachão, e um anspeçada4 boa vida com seu cão. Em torno desse trio, toda porto alegre oitocentista circula para desvendar um crime que chocou e envergonhou a cidade. Um crime que fez de todos (ou quase todos) os porto alegrenses, Canibais.

notas:
  1. Por sinal, devo um post sobre o ubuntu 9.10 nele. Uma dica: VALE A PENA.
  2. i.e. Two and a Half Men, How I met You Mother (que mereceria um post a parte talvez), The Big Bang Theory, South Park…
  3. ou talvez antes disso, com um romance que nunca mais vou lembrar de quem era, sobre um padre disfarçado em uma Cambridge medieval, investigando não-sei-mais que crime e que se depara com uma encarnação de cristo na forma de mulher, ou algo assim… Bem falando desse jeito parece um romance esotérico, e talvez fosse… eu era jovem e precisava do dinheiro…
  4. também tive de recorrer ao labirinto de falken pra saber exatamente o que era…
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Nova Habitante aqui de casa (e do blog)

August 30, 2009 by Girino Vey · 2 Comments
Filed under: Lótus, animais, girinadas, lilica, tomtom 

Como todos sabem, um girino sem um cão é como um peixe sem bicicleta1! Então depois de matutar muito (i.e. eu sempre quis isso, mas nunca tive coragem de dizer  em voz alta) decidi que meu novo cão seria um Scottish Terrier. A idéia era ao mesmo tempo ter um cão com temperamento similar ao do westie (and hence, da Lilica), sem ao mesmo tempo lembrar ela demais. O scottish, tirando quando é branco, é preto (ou brindle, mas vá lá, semi-preto)! Além da vantagem evidente no sistema de cotas raciais (sim, foi uma péssima piada racista)2, não corro o risco de olhar pra ela e ver a outra.

De repente aconteceu! No início do mês, descobrimos uma ninhada que já estava com quase 2 meses e ainda tinha uma filhotinha à venda! Corri atrás, telefonei, negociei, fui visitar e, ontem, finalmente trouxe pra casa esse bebezinho lindo que é a Lótus:

Lótus ainda com cara de perdida

Lótus ainda com cara de perdida

Por enquanto, no segundo dia de Lótus em casa, a coisa vai bem: ela faz xixi na cozinha e cocô no banheiro (no social, o dela ela nem tocou). Tem comido direito, brinca super bem com a Anita e só chorou de noite quando fez xixi, pra me chamar pra limpar (ô vida de pai, daqui a pouco é o tomás gritando: “Paiê, acabei, vem me limpar!”). Alias, o Tomtom também gostou dela! Pegou o focinho dela e tentou por na boca! Ela, claro, mais rápida que ele, escapou rapidinho e começou a lamber os pézinhos dele e puxar as roupinhas. Como estava migrando meus antigos álbuns de fotos do GPA, que parou de funcionar por excesso de velhice (usa bibliotecas perl que não vem mais na instalação default do meu provedor e que fiquei com preguiça de solicitar) pra uma plataforma nova, aproveitei e criei um álbum de fotos novo pra ela.

Se preparem! A Lótus agora vai ser nova habitante aqui de casa e novo instrumento de tortura dos leitores (minha mãe e aquele cara que eu pago pra ler e comentar) desse blog!

notas:
  1. tentei achar o autor dessa frase, aparentemente era “A Woman without a man is like a fish without a bicycle“, atribuída à feminista americana Gloria Steinem, mas derivada de um “grafiti” novaiorquino (fonte)
  2. Depois comento se essa técnica de aumentar a visibilidade do blog funcionou!
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Falcão visita Raul Gil e pede encontro com mulheres

June 10, 2009 by Girino Vey · Leave a Comment
Filed under: coluna social, girinadas 

Deu no estadão de hoje1:

LIMEIRA - O presidente líbio Falcão, famoso por suas músicas irreverentes como “I’m not a dog no”, “Black people car” e “Um Bodegueiro Na Fiec” (Eu sou VIP), chegou a Limeira nesta quarta-feira, 10, em sua primeira visita à São Paulo desde que assumiu o governo por golpe musical, há 40 anos. O líder líbio também requisitou um encontro com mulheres italianas proeminentes nos campos dos negócios, da política e da cultura. Ele deverá fazer uma palestra para 700 mulheres na sala de concertos de Roma. Sua noiva, Preta Gil fez careta quando ouviu!

Raul Gil recebe o Famoso astro internacional Falcão, que cantará em seu programa do final de semana sucessos como "I'm not a dog no", "Black people car" e "Um Bodegueiro Na Fiec" (Eu sou VIP). Seu pedido irreverente de um encontro com mulheres italianas deixou sua noiva, Preta Gil, de cara amarrada.


notas:
  1. É CLARO que é piada, né? O Link original pra notícia do estadão: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,kadafi-chega-a-roma-em-visita-cercada-de-polemica,385316,0.htm
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Homenagem à Lilica

May 31, 2009 by Girino Vey · 2 Comments
Filed under: girinadas 
Tomtom, Vaquinha eu e lilica

Tomtom, Vaquinha eu e lilica

Ainda tou abalado demais pra escrever qualquer coisa. Essa foi a ultima foto da Lilica antes dela nos deixar. Foram 3 maravilhosos anos na companhia dela que acabaram de forma trágica e repentina :( Já nem sei como vou dormir a noite sem ter ela atrás do meu travesseiro, como colocar o Tomtom pra dormir sem ela do meu lado, esquentando minhas pernas. Que motivo vou ter pra passear? Sair de casa? Caminhar? Foram só 3 anos e eu já não sei como viver sem ela. Minha única alegria é saber que ela foi um cachorro feliz!

Tchau Lilica, você mudou minha vida pra melhor e merece todas as homenagens do mundo!

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