jump to navigation

2007 July 15 12:01:01 BRT July 15, 2007

Posted by Girino Vey in : Uncategorized , add a comment


Mais Lilica

Tem mais fotos dela: Lilica em Julho de 2007

E tem vídeos novos no Youtube: Lilica julho de 2007

girino 12:03, 15 Julho 2007 (BRT)

2007 July 15 11:01:09 BRT July 15, 2007

Posted by Girino Vey in : Uncategorized , add a comment


Arquivos grandes, DVD e linux

Resolvi aposentar meu antigo “servidor” aqui de casa. Era meu micrinho velho que ficava ligado 24h por dia rodando meu site, baixando meus torrents etc. Só que agora eu tenho um site só meu (esse, duh) e não preciso mais de um servidor em casa. Resultado? Aposentei ele.

Só que pra aposentar eu tinha de backupear as porcarias todas! Não tive a menor dúvida, gerei uma imagem do HD (era de 10Gb só) e compactei ela. Deu menos de 4Gb compactado!!! É só gravar em DVD. Aí é que o bicho pegou!

No meu bom e velho Ubuntu, fui em “Places”->”CD/DVD Creator”, arrastei os arquivos pra lá, coloquei o DVD virgem no drive, cliquei em “Burn”, e em menos de 30 segundos o bichinho me avisa que tava gravado!

Fui conferir, e o DVD tava vazio! ARGH! perdi um DVD atoa! E nem mensagem de erro nem nada! Foda!!!!

Fiz dúzias de testes, tentando gerar ISO, olhando o resultado… Sempre vazio. Baixei outro gravador de DVD, um tal de GnomeBaker, e esse pelo menos tinha a decência de não me deixar incluir o arquivo que eu queria. Gerei ISOs com arquivos menores e ia tudo numa boa, com o meu arquivão, nada!

Aí bateu uma luz: será que tem limite de tamanho de arquivo no DVD? Por isso que os filmes vem sempre quebradinhos em arquivos menores, um por “capítulo”? Não tive dúvidas:

split -b 500m backup.bz2 backupbz.

Agora com meus 8 arquivinhos de 500 mega, gerei o ISO, e … tcharam!!! Tudinho dentro do iso!
Foi só clicar com o botão direito, “open with CD/DVD Creator…” e sair pro abraço!!!

GirinoVey 11:14, 15 Julho 2007 (BRT)

2007 July 13 15:19:37 BRT July 13, 2007

Posted by Girino Vey in : Uncategorized , add a comment


Mais causos

Cansado de ver a Lady boiar nos meus artigos técnicos, resolvi contar uns causos… Só pra variar…


Tia Carmem

Não lembro direito quando foi (eu nem era vivo, eu sei, mas já me disseram as datas aproximadas e eu já me esqueci) que os eventos desse causo aconteceram. Mas sei que foi a muito, muito tempo atrás, numa BH não muito distante.

Tia Carmem era tia da minha mãe. Foi a última dos irmãos da minha avó a falecer, e também a que eu tive mais contato. A outra tia avó que tive algum contato foi a Tia Dulce, mas ela morreu quando eu ainda era criança. Além do que, os causos da tia Carmem sempre foram mais engraçados.

Ela foi uma das primeiras mulheres de BH a ter carteira de motorista (alguns dizem que foi a segunda mulher a tirar carteira em Minas, mas não sei confirmar isso). Quando voltava pra casa, ali na Rua Chumbo (hoje Rua Estêvão Pinto), na serra, as mães já tiravam as crianças da rua uns 15 minutos antes:

Não que ela fosse má motorista, pelo contrário! É que “carro” por si só era uma coisa rara, e as mães morriam de medo de uma criança ser atropelada por aquelas coisas estranhas.

O causo mais antigo que tenho notícia da Tia Carmem era que ela tinha subido a escadaria da Igreja São José num Fordinho (aqueles Fords modelo T antigos, sabem?). Esse caso sempre rodou pela família toda, e ninguém nunca conseguia confirmar. Era verdade? Tinha quem dissesse que que saiu reportagem sobre o feito no Estado de Minas. Mas ninguém sabia ao certo.

Mas tinham outros casos. Minha avó (e minha Tia Patrícia depois) gostavam de contar que num dia de chuva (e na época nao existia TV, quem dirá internet, e quiçá nem mesmo tinham rádio em casa), entediados e sentados todos na sala, conversando, Tia Carmem resolveu arrumar diversão:

(Pra quem nunca foi na roça, animais urbanos que somos hoje, a gente leva o cavalo até o lado da porteira fechada, puxa a “maçaneta” ou seja lá como chama aquela fechadura de porteira e segurando a porteira vai dando ré com o cavalo. Em geral as porteiras são inclinadas, então basta passar da porteira depois de aberta que ela se fecha sozinha).

Pois entraram todos no carro, Tia Carmem no volante, os irmãos atrás e meu bisavô no banco do passageiro. Foram pra rua e fecharam o portão. E Tia Carmem manobrava o carro, chegava do lado do portão, tentava achar a posição certa, mas na hora H não conseguia segurar o portão e tinha de tentar de novo.

Tentou por uns 15 minutos ou meia hora, quando o vizinho veio a janela e viu a cena. Comovido, calçou as galochas, a capa de chuva e de guarda chuva em riste, veio até o carro:

Com vergonha de dizer que era só uma aposta, ainda mais depois de o vizinho ter se prontificado a ajudar, voltaram todos pro tédio da sala de casa, sem TV, sem Rádio ou internet. E principalmente sem saber se a Tia Carmem conseguia ou não abrir o portão.

Muito tempo depois estávamos no Lote [1], e a Tia Carmem também estava lá. Ela ia sempre ao Lote, e as vezes alguns netos dela também iam. Criamos todos coragem e resolvemos perguntar:

Indignada, ela respondeu:

girino 15:49, 13 Julho 2007 (BRT)


Notas

  1. ? O Lote é um lugar etéreo num dos condomínios de nova lima, próximo ao Clube Campestre de Belo Horizonte, onde a família se reúne aos domingos. Originalmente era só um lote vago, comprado por meu avô, onde ele ia cuidar das plantas. Com o tempo as plantas cresceram e brotou uma casa, uma garagem e outra coisas do gênero, ninguém sabe de onde. O Lote continuou sendo o nome desse lugar etéreo, que pra quem via de fora era uma mera casa de campo, mas pra família ia ser sempre O Lote.

BuscaPé, líder em comparação de preços na América Latina

2007 July 12 16:33:27 BRT July 12, 2007

Posted by Girino Vey in : Uncategorized , add a comment