2007 September 10 23:54:49 BRT

September 11, 2007 by Girino Vey · Leave a Comment
Filed under: Uncategorized 


Estatísticas de vandalismo na wikipédia

Estou meio “sumido” do blog ultimamente porque estou trabalhando neste projeto:

E já estamos com um primeiro “estudo” quase pronto aqui:

girino 23:58, 10 Setembro 2007 (BRT)

VN:F [1.8.4_1055]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

2007 September 10 08:49:19 BRT

September 10, 2007 by Girino Vey · Leave a Comment
Filed under: Uncategorized 


Problemas no final de semana

Tive alguns problemas de migração de dados no final de semana, mas parece que já está tudo certinho!
Perdi alguns comentários nesse meio tempo, vou ver se recupero. No mais, gerais! –girino 08:52, 10 Setembro 2007 (BRT)

VN:F [1.8.4_1055]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

2007 September 05 23:14:11 BRT

September 6, 2007 by Girino Vey · Leave a Comment
Filed under: Uncategorized 


Spams, blogs e causos

Hoje tive de bloquear alguns ips e algumas páginas do site porque andaram enchendo isso daqui de spam. Por mim tudo bem, conta como mais hits :)

Estou sem idéias e tempo pra blogar (ok, tempo não falta, mas é que acabo fazendo outras coisas e esqueço de blogar). E pior que tem gente que fala o contrário! Colega meu de serviço disse:

  • Se eu não soubesse que tu é casado eu ia falar que é falta de mulher!

E pra compensar que tou chato hoje vou tentar contar um causo!

Na época que cheguei aqui no cerrado candango fui trabalhar numa empresa onde, graças às minhas girinadas acabei ganhando o apelido de Forest Gump. E em qualquer situação eu tinha um caso pra contar! Mas perdi meu título quando apareceu um colega com uma girinada BEM pior que as minhas:


O tiro que atravessou o banco do carro e deixou um galo na minha cabeça

Não, não é na “minha” cabeça, mas na do cara que contou o caso!

A estória era assim: Ele estava com mais 2 amigos num carro, indo para Goiânia numa dessas festas estilo Micareta (acho que chamava carnagoiânia). Ele era um mero passageiro, sentado no banco de trás. No meio do caminho, não sei se já em Goiás ou ainda no DF foram “cercados” por outro carro (não lembro se era um só ou eram dois) com pessoas armadas que ameaçaram um assalto. O amigo que estava no volante deu um cavalo de pau e saiu em disparada, com os bandidos em perseguição.

Nosso nobre e corajoso colega decidiu então que a forma mais segura de se portar era… se baixar :) E assim, escondido no banco de trás do carro, ouvia os tiros mas não percebia nada! Até que num dado momento, sentiu uma pancada forte na cabeça, vinda de trás do banco onde estava “escondido”.

Na segunda feira, mostrou com orgulho o “troféu”: Um galo que tinha na cabeça, oriundo de um tiro que havia atravessado o porta malas, o banco do carro, e fora parado com a cabeça dele, deixando somente um galo!

Sei que foi nesse dia que perdi o posto de Forest Gump. E conhecessem eles o termo girinada, teriam-no tirado também de mim!

girino 23:28, 5 Setembro 2007 (BRT)

VN:F [1.8.4_1055]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

2007 September 02 15:55:52 BRT

September 4, 2007 by Girino Vey · Leave a Comment
Filed under: Uncategorized 


A quantas anda…

meu algoritmo genético assíncrono? Bom Já fiz bastante coisa de implementação. A ultima jogada foi rodar uma bateria de testes e gerar graficozinhos…


Testes

Vamos primeiro às explicações:

Os testes foram feitos usando as funções de De Jong[1] (de f1 a f5) que são:

\begin{array}{lcll} f_1(x) & = & \sum\limits_{i=1}^{3} x_i^2, & -5,12 \le x_i \le 5,12 \\ f_2(x) & = & 100 ( x_1^2 - x_2)^2 + ( 1 - x_1)^2, & -2,048 \le x_i \le 2,048 \\ f_3(x) & = & \sum\limits_{i=1}^{5} \lfloor x_i \rfloor, & -5,12 \le x_i \le 5,12 \\ f_4(x) & = & \sum\limits_{i=1}^{30} i x_i^4 + \mathrm{Gauss}(0,1), & -1,28 \le x_i \le 1,28 \\ f_5(x) & = & \dfrac{1}{0,002 + \sum\limits_{j=1}^{25} \dfrac{1}{j + \sum\limits_{i=1}^{2} (x_i - a_{ij})^6}}, & -65,536 \le x_i \le 65,536 \end{array}

onde:

a_{ij} =  \begin{cases} -32 & i = 1, j \equiv 1 \pmod{5} \mbox{ ou } i = 2, \left \lceil \frac{j}{5} \right \rceil = 1 \\ -16 & i = 1, j \equiv 2 \pmod{5} \mbox{ ou } i = 2, \left \lceil \frac{j}{5} \right \rceil = 2 \\ 0   & i = 1, j \equiv 3 \pmod{5} \mbox{ ou } i = 2, \left \lceil \frac{j}{5} \right \rceil = 3 \\ 16  & i = 1, j \equiv 4 \pmod{5} \mbox{ ou } i = 2, \left \lceil \frac{j}{5} \right \rceil = 4 \\ 32  & i = 1, j \equiv 5 \pmod{5} \mbox{ ou } i = 2, \left \lceil \frac{j}{5} \right \rceil = 5 \end{cases}

Os indivíduos para cada uma dessas fórmulas foram modelados como possuindo um cromossomo para cada dimensão (cada variável xi) e cada cromossomo era um valor numérico nativo do python mesmo (preguiça de implementar coisas mais sofisticadas).

Foram definidas 5 políticas:

  • Tradicional, ou seja, um GA clássico (roleta, população fixa, crossing over e mutação);
  • Política 1 que mata indivíduos pela idade e cria um número fixo de indivíduos a cada geração;
  • Política 2 que pondera a idade do indivíduo coma função de fitness antes de matá-lo;
  • Política 3 que introduz comportamento estocástico no número de nascimentos a cada geração; e
  • Política 4 que introduz comportamento estocástico nas mortes.

Rodei com os seguintes parâmetros:

  • Tamanho inicial da população: 500 indivíduos
  • Número de gerações: 2000
  • Probabilidade de mutação: 0.01
  • Idade máxima (para as políticas de 1 a 4): 10 gerações

E repeti cada teste 20 vezes, coletando estatísticas de:

  • Offline e online performance[1]
  • Melhor indivíduo da geração
  • Média dos indivíduos da geração.

Os gráficos com esses resultados pra cada uma das funções de De Jong estão abaixo:

Não fiz nenhuma análise mais aprofundada dos dados, mas tenho algumas observações preliminares que podem ser pertinentes:

  • Nas funções f1 e f2, quanto mais “avançada” a política, melhor o desempenho. Esse comportamento se parece também com o observado quando usamos “elitismo”[1]
  • Em f3 tem uma aparente piora, mas se olharmos o gráfico de “melhor indivíduo” ou na “média da geração” vemos que é só uma demora para convergir (devido a população não se renovar com tanta freqüência como no GA tradicional).
  • Por último, a função f4 teve um comportamento completamente diferente das demais. Eu atribuo isso ao “ruído” gaussiano introduzido, mas precisaria de um base matemática melhor pra afirmar isso. Aparentemente o GA assíncrono não responde bem ao ruído na função objetivo.

A função f5 ainda não tinha terminado de executar quando gerei os gráficos, então ainda não sei os resultados dela. Mais tarde posto um update.


Notas

  1. ? 1,0 1,1 1,2 De Jong, K. A.. An analysis of the behaviour of a class of genetic adaptative systems. Dissertação de doutorado, University of Michigan, 1975. in Goldberg, David E.. Genetic Algorithms in Search, Optimization, and Machine Learning. EUA: Addison-Wesley, 1989.

girino 20:03, 2 Setembro 2007 (BRT)

Update

Acrescentei agora as imagens correspondentes a função f5 de De Jong, e ela corrobora a conclusão de que é apenas o ruído gaussiano que causa problemas em f4. Em f5 o GA assíncrono já se mostra melhor que o tradicional novamente. Aparentemente o GA assíncrono proporciona ganhos na maioria dos casos estudados. Além disso, temos ganhos significativos de desempenho computacional (tempo de execução) já que o processo de seleção por roleta, que é bastante custoso (O(n2)), fica reduzido apenas a parte dos indivíduos.

girino 22:31, 2 Setembro 2007 (BRT)

VN:F [1.8.4_1055]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

2007 September 01 21:07:55 BRT

September 2, 2007 by Girino Vey · Leave a Comment
Filed under: Uncategorized 


Não era pra ser assim

Não era pra ter política nesse blog, mas tem coisas que assustam a gente tanto, mas tanto, que acabam fazendo a gente se manifestar pelos meios que tem!

Depois das minhas brigas com a NET/Virtua, já tinha chegado a uma conclusão (que deveria ser meio óbvia, mas que quem foi criado num ambiente que valoriza a ética e a honestidade acaba não percebendo, mais por medo de ser verdade do que por falta de visão – o pior cego, aquela coisa sabe?):

  • Neste país ser desonesto é mais vantajoso que ser honesto.

Explicando: Se eu ao invés de tentar resolver o problema com a net do “jeito certo” tivesse simplesmente deixado de pagar a conta, o resultado seria o mesmo, e se bobear ainda recebia uma indenização na justiça por eles terem feito cobrança indevida. Infelizmente, sou honesto. Me estressei e ainda não sei se o problema está resolvido.

Mas não foi isso que me causou indignação, mas sim a seguinte notícia[1]:

«”PT vai defender plebiscito sobre privatização da Vale
(…)
O partido defende que a privatização foi fraudulenta porque a companhia foi vendida por R$ 3 bilhões e atualmente vale R$ 50 bilhões.» by Folha de São Paulo

Ein? Como? Quando?

Quer dizer… Agora a justiça se decide por plebiscito? Chega de justiça técnica e independente, agora é olho por olho e dente por dente?

Quer dizer, Justiça é pra ser supostamente “cega” e não “politizada”. Plebiscito é naturalmente político. É uma votação, meu Deus!

Que loucura é essa?

E as repercussões? O que vão fazer com a vale? “Tomar” de volta independente dos investimentos feitos pelos novos donos? (Vide Petrobrás na bolívia) E pagar pra eles o preço atual ou o da época? Ou nada?

E a comunidade internacional? O que vamos dizer pra eles? “Fodam-se” aqui não respeitamos as leis? PELO AMOR DE DEUS! QUE MERDA É ESSA???

Que um “enéias” da vida defenda esse tipo de absurdo é aceitável, mas esse é o partido que está no governo! Com a faca e o queijo na mão!

Sério, de agora em diante vou sair de casa com medo de que o Bush queira “democratizar” o Brasil.


Notas

  1. ? Site da Folha de São Paulo acessado em 1/9/2007.

girino 21:25, 1 Setembro 2007 (BRT)


P.S.

Só queria deixar um aparte praqueles que vão fatalmente me acusar de reacionário, anti-revolucionário ou qualquer coisa do gênero:

Sou de esquerda, sempre fui de esquerda e sempre serei de esquerda!

Mas esse tipo de notícia não tem NADA A VER com a inclinação política do indivíduo. Tem a ver com a LEGALIDADE! Quer dizer, se eu não posso confiar nem mesmo nos direitos constitucionais básicos (artigo 5 a 14 da constituição federal, que listam os direitos individuais, políticos, sociais e dos trabalhadores), porque podem fazer um plebiscito contra eles, quem dirá o resto?

Justiça tem de ser técnica. Feita por quem sabe a lei. Com os procedimentos que garantem a defesa do individuo, que garantem que o estado não vai oprimir o cidadão, que garanta que a sociedade se sustente a longo prazo, e não apenas durante os próximos 4 anos, que nem se faz política.

Democracia e liberdade são coisas lindas, mas que tem de ser “seguras no laço” senão fogem! E passar por cima da justiça porque é a “vontade política do momento” é um suicídio da democracia e assassinato da liberdade!

Me desculpem, mas eu estou realmente desconcertado com essa notícia. Estou começando a achar que o atelta americano estava certo:

Bem vindo ao Congo!

girino 21:35, 1 Setembro 2007 (BRT)


P.P.S.

Depois de um tempo vi que tem mais uma coisa na minha posição política que não ficou clara:

  • Eu fui, sou e sempre serei contra a privatização da Vale nos moldes em que ela foi feita.

Basicamente, vendeu-se o monopólio do subsolo brasileiro, já que a vale tem concessão de extração pra cerca de 80% do território nacional (i.e. todos os lugares onde existe a mais remota possibilidade de existir algum tipo de minério). Monopólio estatal já é ruim, imagina monopólio privado? O correto seria ter desmembrado a Vale em centenas de empresinhas, cada uma com um “pedacinho do Brasil” pra explorar. Aí elas tinham de competir entre si e tudo mais. Sobre o preço, não discuto. Não sei avaliar e não vou ir tão além das minhas sandálias.

Sobre a venda, se o processo foi feito de forma errada, acione-se a justiça e decida-se a forma de se indenizar o estado pelas supostas perdas. Culpem-se os culpados sem prejudicar os inocentes (se o FHC ou sua equipe fizeram uma venda ilegal, façam com que ELES venham a ressarcir o estado, e não quem comprou a Vale, que comprou dentro das regras, em competição, se pelo contrário quem agiu de forma ilegal foi a empresa, aí sim ela perca a venda e tenha de ressarcir o estado).

Imaginem a situação da Escola Base, onde os donos tiveram a escola depredada pela população depois que a veja e a globo fizeram reportagens com informações falsas e fantasiosas. Um plebiscito é isso, o povo com raiva, sem analisar friamente as provas, sem dar direito de defesa, sem procurar culpados, só bodes expiatórios. Justiça tem de ser técnica, senão é injustiça!

girino 10:58, 2 Setembro 2007 (BRT)

VN:F [1.8.4_1055]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

« Previous Page

  • Friend Connect

  • Recent Posts

Easy AdSense by Unreal